Parte II
Dinheiro Eletrônico
Os sistemas de criptografia permitiram a criação do e money. Para quem não sabe o que é criptografia, explico: você escreve em código e alguém decifra. Escrever em código é a encriptação e decifrar o que alguém escreveu secretamente é a decriptação.
Nos filmes sobre a II Guerra, havia aquela luta para conseguir o código. Isso quer dizer que o mesmo código para escrever a mensagem servia para sua leitura. Era (e ainda é) a criptografia simétrica. Quando se utilizam códigos diferentes para a mesma operação, a criptografia é assimétrica. Por exemplo, um código privado (ou chave) é utilizado para assinar ou autenticar uma operação e um código público (conhecido por mais de uma pessoa) é utilizado para decodificar a operação e verificar a assinatura.
Parece complicado, mas o resultado é simples como comprar pelo site, como compartilhar um disco rígido, para segurança de rede e por aí vai. A criptografia permitiu o surgimento de vários tipos de Smart Cards, os cartões inteligentes que vão revolucionando o comércio.
Quem quiser se aprofundar, leia o excelente trabalho de Luciana de Amorim Monteiro, que publicamos em PedeVerba, na seção Literatura, sob o título “Moeda Eletrônica”. De minha parte, ainda haverá uma parte III, em que falarei da Nota de Mil.