Archive for the 'bolsas de estudo' Category

LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais)

Posted by admin on Apr 04 2008 | bolsas de estudo

Meu e-mail não pára (ainda bem!). Toda hora um pedido, toda hora uma novidade. Agora me veio um pedido para um curso no exterior de tradutor da língua de sinais. Somente agora soube que cada país possui a sua própria língua de sinais, que sofre as influências da cultura nacional. Como qualquer outra língua, ela também possui expressões que diferem de região para região (os regionalismos), o que a legitima ainda mais como língua. Isto quer dizer que aqueles discursos feitos através de sinais em cerimônias como o Oscar são apenas para quem os entende naquele idioma. Gostei de saber. Nunca me preocupei antes pois não entendo nem o LIBRAS, cuja base é o Português do Brasil.

Embora nunca façamos projetos ou pedidos para bolsas de estudos, vou ver se consigo mais informações sobre a linguagem dos sinais.
Cursos assim são tão específicos, tão locais, que justificam o pedido de estudo no exterior. Se a moça que apresentou o pedido estiver em condições (técnicas, culturais), acho que vai dar pé.

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MALU PEDE CONSELHOS

Posted by admin on Mar 17 2008 | bolsas de estudo

Lembram-se da Malu de Maceió? Foi nosso primeiro texto sobre Bolsas de Estudos no Exterior, em novembro do ano passado. Hoje, a Malu já está no ensino médio e pergunta se a nota que ela obtiver no PPS de Alagoas pode auxiliá-la na conquista de uma bolsa.

As dúvidas da Malu são as mesmas de toda a sua geração: como se preparar para bolsas no exterior?!

Vamos lá. Não sei o que é o PPS de Alagoas, mas deduzo que seja um índice de avaliação de aproveitamento escolar, como o SARESP em São Paulo, o IDEB nacional, ENEM e outros. Digo-lhe, Malu, que o bom é ter índices altos. Melhor dizendo, o bom é ser excelente aluno. Somente esses alunos serão olhados como alguém viável para um investimento desses. Será olhado e avaliado pelo governo brasileiro (que pode mandar alguém de talento para o exterior) e será considerado pelo governo anfitrião como um bom candidato para seus cursos técnicos e superiores.

Além de ser bom aluno, é preciso ter uma vocação definida em trabalhos (podem ser escolares ou, melhor ainda, acadêmicos), exposições, feiras, congressos, etc.

Depois, é preciso conhecer o idioma do País onde você pretende estudar. Para os países que ensinam em língua inglesa há um teste chamado TOEFL. É aqui que você tem de obter uma nota ótima. Se o idioma for o francês, como é o caso da Malu, o teste se chama DAEFLE. E assim vai, cada idioma tem seu teste de proficiência em língua estrangeira. Se você não passar não tem jeitinho. Se você passar bem no DAEFLE não importa a nota que você tenha obtido no PPS.

A Malu ainda faz outras perguntas: quais os critérios do governo para mandar alguém estudar fora?

Nos setores em que o governo é sério, os critérios são os mesmos de todos os países em desenvolvimento: ciências exatas. Engenharia, física e química em todos os seus campos. Aí entram o CNPq, a FAPESP e outras tantas entidades sérias. A lista está em PedeVerba.

Nos outras áreas de estudos, a oferta é menor e depende de talento e perseverança.

A pergunta final: PedeVerba tem algum contato? Não, não temos, nem nos setores em que o governo não é sério. Excusez-moi, Malu de Maceió.

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A MISSÃO DE LEONARDO PERDOMO NA ÁFRICA

Posted by admin on Dec 18 2007 | bolsas de estudo

Quando se fala em estudar e trabalhar no exterior, logo pensamos no circuito Elizabeth Arden: Paris, Roma, Londres, Milão. Não foi o que aconteceu com Leonardo Perdomo.
Este físico de 28 anos estava terminando o mestrado na UNICAMP e foi convidado para trabalhar na Tanzânia, um dos países mais pobres da África.

Sua missão era encontrar soluções para o problema de energia lá, onde apenas 1% da zona rural tem eletricidade. Sua história renderia um filme. Utilizando ferramentas rudimentares, tambores, lonas, ele acabou ensinando a construir uma mini-usina de biodiesel. Como matéria prima, escolheu o pinhão-manso, que eu nem sei o que é. Soube agora que as propriedades rurais utilizam o pinhão-manso como cerca viva e que é abundante na Tanzânia. Sua utilização para produção de combustível não compete com a produção de alimentos. Uma idéia perfeita.

Leonardo Perdomo já retornou ao Brasil depois de 18 meses e pode ser replicar sua idéia por aqui, já que nós também temos nossos bolsões de pobreza e carência. Mas não é só disso que eu quero falar.
O que mais me impressiona é essa missão beneficente do jovem físico brasileiro. Aplicar o conhecimento em benefício de uma população carente. Conviver em meio adverso e transformá-lo. Parabéns, jovem Leonardo! Um exemplo.

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Trabalhar e estudar no exterior: Programa AU PAIR

Posted by admin on Nov 27 2007 | bolsas de estudo

Falar de bolsas de estudos no exterior mexe com a imaginação de muitos jovens. Minha caixa de emails anda lotada desde que abordei o tema. Todas as mensagens falam de sonhos e da falta de recursos para realizá-los. Para a maioria, um programa de estudos no exterior é quase um sonho inatingível e não tenho meios de auxiliá-los. Mas há uma saída: o programa Au Pair.

Se você tem entre 18 e 26 anos, consegue se comunicar num idioma estrangeiro, está disposto a trabalhar numa casa de família, receber uma mesada e uma bolsa para aperfeiçoamento do idioma, você pode inscrever-se. É coisa séria, tem fiscalização internacional e muitos direitos assegurados, tanto à família que hospeda quanto ao jovem aceito no programa. Este tem direito a um quarto individual, um salário/mesada, férias, assistência médica.

É reconfortante para os pais desses jovens saber que há uma associação para proteger seus filhos. Principalmente porque a maioria (quase unanimidade) das vagas é para mulheres e a preocupação dos pais sempre aumenta.

Muitos países no mundo todo estão inscritos, aceitando famílias que desejam receber jovens estrangeiros e jovens dispostos a conhecer uma nova cultura. Uma vez aceito e instalado, o jovem poderá verificar todas as possibilidades de continuação de estudos no País escolhido.

Quem quiser saber mais, veja nos sites www.iapa.org; www.aupairnaalemanha.com; www.experimento.org.br; e outros disponíveis nos sites de busca. Em tempo: Gosto de receber e mails, mas, neste caso, não tenho acesso a nenhum programa nem qualquer influência neles. Traduzindo: não me escrevam sobre au pair, porque fico triste quando não posso ajudar. Vão direto às fontes e sucesso.

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Bolsas de estudo no exterior

Posted by admin on Nov 12 2007 | bolsas de estudo

Com freqüência, PEDEVERBA recebe um pedido de auxílio. Seja para Plano de Negócios, seja para busca de investidores e outras coisas do Universo Pede Verba. Agora me chega um pedido para uma Bolsa de Estudos na França. É de uma jovem de 14 anos que já tem planos definidos: quer estudar design na França e auxiliar nos negócios da família que atua neste ramo. Vamos chamá-la Malu de Maceió.

Nunca respondemos a esses pedidos, pois o foco do site não é consultoria direta. Apenas fornecemos os endereços eletrônicos para quem busca recursos para os mais diversos projetos.

O caso da Malu de Maceió, porém, chamou-me a atenção. Lembrou minha filha que, já aos 14 anos, queria estudar engenharia genética nos Estados Unidos. Hoje ela é PhD em genética pelo Instituto Max Planck da Alemanha e trabalha como pesquisadora em Tübingen.
 
A Malu já deu o primeiro passo: definiu sua vocação. Agora, ela deve comprová-la através de cursos pertinentes ao ramo: história da arte, design, artes plásticas, sem se esquecer dos programas gráficos, como Corel Draw, Illustrator, Photoshop, InDesign, Freehand, Flash, Dreamweaver, 3D Studio Max, After Effects, Premiere, etc, que serão fundamentais para a carreira sonhada. Se a família tiver recursos, alguns desses cursos podem ser feitos até na França ou Canadá. Para isso, indicamos o Experimento de Convivência Internacional. Ela vai aperfeiçoar o Francês e consolidar a vocação. Nesta fase, não descartamos que ela faça o segundo grau até nesses países. Há muitas opções no Canadá para o high school. Ela deve escolher as Províncias que adotam o Francês.

Mas, voltando à Terra, no Estado de São Paulo, a Fundação Paula Souza mantém o curso técnico de design e aceita alunos que já tenham completado o primeiro ano do segundo grau. É um curso de excelente nível em 18 meses, que pode ser concluído simultaneamente ao curso médio. Talvez haja algum curso semelhante em Alagoas.

Concluído o segundo grau, será hora de buscar a bolsa de graduação propriamente dita. Há no Brasil excelentes cursos em nível superior para a área de design e a Malu de Maceió poderá cursá-los e pensar em pós-graduação na França. Mas se ela conseguir provar que sua vocação é autêntica e seu comprometimento com ela é intenso, poderá inscrever-se para um programa de bolsa no exterior.

O caminho para isso é o DCE do Ministério da Educação e Cultura do Brasil, ou a CenDoTec, a UNESCO, o IAS e a CESMAT, ambos na França e, ainda, a Fundação Educar, que é uma iniciativa de grandes investidores brasileiros que financiam vocações autênticas. Todos os endereços se encontram em Bolsas de Estudos do PEDEVERBA.
É isso aí, Malu de Maceió. Perseverança e boa sorte. Para os sonhadores de outras áreas, o conselho é o mesmo: definição de vocação, comprovação de comprometimento com a vocação e batalhar pela bolsa. As opções são muitas, assim como as exigências. Perseverança a todos!

http://www.pedeverba.com.br/bolsa_de_estudos.php

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